ano novo...
este blog, que fez três anos de vida, dá espaço para um novo (na verdade, dois). você acessa clicando aqui.
que a bagunça agora é lá.
não queria fazer festa de aniversário para minha filha que completou sete anos ontem. o motivo é que a mãe dela uma semana antes da data, fez uma festa relativamente grande pra ela e a família do lado de lá (somos separados). não queria fazer outra festa, alimentar seu ego dessa forma. não sei se me faço entender, mas acho que uma criança que cresce muito bajulada se torna um adulto perigoso, se achando o centro do mundo. no entanto, acabei cedendo à idéia de eloá de fazer um bolinho, reunir umas poucas amiguinhas e bater os parabéns. na véspera, fui para a cozinha e fiz uma empanada e umas duas dúzias de alfajores, aqueles biscoitos doces de origem espanhola. eloá completou a mesa com bolo e os brigadeiros. foi tudo bem simples e divertido. e, tirando a sujeira, salvaram-se todos. a trilha sonora, que beatriz fez questão de repetir, foi o disco com um monte de canções da disney, presente do meu amigo fábio.
o ano de 2008 não foi tão produtivo para mim em se tratando de leituras. li alguma coisa, especialmente no primeiro semestre (mais especialmente ainda no primeiro trimestre). mas espero compensar e ler muito mais em 2009. falei que não faria listas de novo ano, mas terei que ler mais, e isso é um compromisso sério. no meu caso, é questão de sobrevivência profissional e também uma questão de existência.
terminei a leitura de "o anjo pornográfico", que conta a vida de nelson rodrigues. é uma pena. a vontade que dá é simplesmente voltar e ler tudo de novo. ruy castro, de quem eu não tinha lido nenhum livro, me impressionou. o trabalho de pesquisa é muito bom. o livro é deliciosamente escrito e cada capítulo que termina deixa no ar um gostinho na gente que tudo que se quer é pular para o capítulo seguinte. sou um fã de nelson rodrigues há bastante tempo. conhecer em detalhes a sua vida foi um negócio tremendo. que vida! foram tantas coisas, tantas tragédias, tanta produção, tantos amores. já estou sentindo falta. continuaria lendo o livro por mais centenas de páginas, sem reclamar. ainda no fim de semana, comecei a ler "o mago", a biografia de paulo coelho por fernando moraes.
fazer um encontro para os amigos não é tarefa fácil quando se quer que tudo saia direito. no meu caso é ainda mais complicado porque me aparece um milhão de idéias e eu quero realizá-las todas. no fim, o que se vê é sempre menos do que se imaginou. enquanto tudo parece correr bem, eu só vejo as coisas que não funcionam na minha frente. mas isso é uma parte da verdade. a outra parte é que eu me divirto muito sempre. uma dor nesse último encontro, por exemplo, foi não ter podido colocar na parede uma foto do bush e um sapato à disposição dos convidados para que fizessem sua despedida do magnífico presidente americano.
revi wall-e com beatriz (que também estava revendo) e eloá. gostei ainda mais da animação da pixar. gosto de ir contra a corrente. quando todo mundo fala maravilhas de determinados filmes, são esses que eu mais amo odiar. mas não sou idiota, gosto ou não das coisas independente da crítica dos entendidos. consigo pensar por mim mesmo, o que é bom e não é pouco. fala-se muito do quanto o robozinho é cativante - o que é verdade - mas o meu personagem preferido é a musa de wall-e, a pequenina e ultra avançada eva. ela é temperamental, explosiva, delicada, apaixonante.
o famoso serial killer da tv americana, "dexter", é vivido pelo ator michael c. hall. na série, sua irmã é interpretada pela coisinha fofa jennifer carpenter. pois fico sabendo que os dois irmãos da ficção acabam de contrair matrimônio. achei uma sacanagem. toda garota que eu gosto acaba casando com outro. espero que ele não a esquarteje na lua-de-mel.
com atraso, confesso que gostei de "aline", a adaptação para a tv dos quadrinhos de adão iturrusgarai. é verdade, sou leitor das tirinhas de adão (e de tirinhas e charges em geral). ter gostado do especial tem um pouco a ver com o fato de eu gostar de maria flor não apenas pelo seu talento (eu acho que ela é muito talentosa), mas também porque ela é uma figurinha muito simpática e graciosa. achei que funcionou bem e sei que é mais voltado para meu sobrinho felipe, de 15 anos, ou minha sobrinha fuca, de 17. mas isso não é importante considerando que eu ainda assisto em vídeo a primeira versão do sítio do pica-pau amarelo e tenho disco dos saltimbancos em casa.
minha coleguinha juju me diz que começou a ser exibida a segunda temporada da série "demages", minha cachaça no final do ano passado, estrelada por glenn close e rose byrne. e juju me atualiza que a segunda sessão de "in treatment" está confirmada para abril.
sabe que até gostei de "maysa". estou vendo sem muita dedicação (entre um afazer e outro) e gostei da atriz gaúcha que dá vida à cantora. insisti em dizer que as imagens foram capturadas em película, mas depois soube que é vídeo mesmo. é um tipo especial que imita o efeito de película e dá esse verniz de cinema à série. quase sempre não gosto do diretor jayme monjardim e tudo que vejo e não gosto na série quero atribuir a ele. manoel carlos escreveu o roteiro que não me parece lá muito diferente de suas novelas. aliás, não estou muito católico com o manoel carlos depois que disseram que ele quer a taís araújo como a sua próxima protagonista (argh!). maneco é dez vezes mais autor que um emanoel carneiro da vida. mas a taís araújo encabeçar um elenco é meio forçado demais.
só recentemente vi o trailer de star trek, a reimaginação da cine-série agora nas mãos de j.j. abrams. ao contrário de "star wars", de star trek eu não entendo nada, nem sei para onde vai. mesmo assim gostei do trailer e fiquei bem curioso.
em quase todo os lugares li que "batman - o cavaleiro da trevas" era um filme maravilhoso, uma obra prima, um filme de autor etc. fui ver no cinema com muita expectativa e não gostei. daí pensei que era implicância minha. saiu em dvd, fui conferir novamente. pra resumir, não consegui chegar ao final do filme. tudo que me irritou da primeira vez continuava lá. o primeiro filme de batman de christopher nolan piscava para os que vieram antes, para os quadrinhos de frank miller e deixava claro outro caminho. não amei, mas tive um interesse bem maior que esse cavaleiro das trevas. aqui, nolan radicaliza sua fórmula e dá um tratamento excessivamente realista ao material. um filme desses sem humor, sem ironia, sem o sentido da aventura, de fantasia, se levando tão à sério, é meio ridículo, não? nolan queria um filme político, com mensagem? todo mundo parece ter gostado da depressão, da morbidez e do excesso de presunção do filme. eu dei graças a deus que o meu controle remoto funciona bem e eu pude apertar o eject antes da hora. que saudade do batman do tim burton...
é correto, é de bom tom ouvir as pessoas. gostei de brigar com franklin, porque é bom ouvir de quem a gente gosta coisas ditas com honestidade. eu postei aqui no blog a minha voz. vale ouvir a dele e dar a peleja por encerrada (embora seu longo e bem articulado texto me levante uma série de questões que gostaria de comentar e é bem provável que volte a isso mais adiante). acho que ele não vai chatear se eu publicar o seu email. lá vai.
"Cometemos um erro de proximação, de abordagem ou de aproach, como se diz no mundo científico, quando discutimos o seu blog à luz do jornalismo. Porque bem pode um blog se propor a fazer jornalismo, como alguns excelentes existem, ou perseguir outro propósito - e realizá-lo muito bem, para um público específico. Ate aí, tudo bem.
Isso não impede, porém, uma contextualização que se pode fazer à parte, das outras coisas que levantamos na discussão sobre jornalismo ele mesmo. Foi nesse sentido que amealhei algumas impressões e compus o texto que copio abaixo, para mostrar em que disposição você me encontrou àquele momento. Assevero que me vejo mordido e cada vez mais iracundo (rss) com relação às falsas discussões, discussões sem importância, que vejo acontecerem nos bares e meios jornalísticos. Por outro lado, também me vejo otimista, na base do "keep walking". Mas já chega, veja o texto e um beijo na boca:
"JSB - Jornalismo Sensual do Brasil
Na verdade, até gosto de High school Musical, se é para ver adolescentes corpulentos e apetitosos. Mas, sem esse apelo sensual (a palavra sensual refere-se a todos os sentidos, o que é agradável para o paladar, tato, visão, audição. Diz-se, por exemplo, "O candomblé é sensual, usa música, comida, roupas e incenso"), a busca obsessiva pela estética fica vazia. Até mesmo a música arrocha, e os casais dançando arrocha, que não são tão estéticos, do ponto de vista industrial, são mais bem-resolvidos sensualmente do que as modelos de TV, porque respondem mais profundamente à necessidade melódica que é própria da alma latina.
Lembro que, no São João de 2008, ao comentar uma reportagem que mostrava a animação dos nordestinos com os preparativos da festa, o âncora do Bom Dia Brasil, Renato Machado, soltou uma pérola:
- Isso tem muito ver com a criatividade daquele músico... Astor Piazzolla.
- ...E Luiz Gonzaga - corrigiu a sua colega na bancada do programa, de forma delicada.
Boa parte da imprensa tem obsessão por territórios limpos, cleans, no dizer dela, e faz dos jornais impressos e revistas semanais um restaurante chic, onde pobre não entra e, preto, nem pela porta da cozinha. Também o que se pode esperar dos pobres? Eles são os responsáveis pela violência e pela feiúra. Eles apóiam políticos corruptos e têm "rebeldia" contra a classe média, além de formulações políticas antiquadas, baseadas em posições extremistas. Não têm nada interessante para revelar, já que não têm nada para vender. Falar dos pobres, mesmo quando eles acertam, é ferir o paladar. Mostra-se, então, a laranja cortada pela metade, a parte azeda excluída, como se o laranjal do leitor fosse um pomar de fantas.
Outra corrente é aquela mais próxima do cinema brasileiro, que desde Madame Satã, passando pelo Auto da Compadecia, O Homem que Copiava, Narradores de Javé até O Céu de Sueli, mostram a festa infernal que os pobres fazem para além da ceia do cardeal Mainardi. Nesse grupo está o Gourmet Oliver Anquier, um gringo que, nos domingos da TV Record, foi o primeiro repórter a fazer um mapa da gastronomia brasileira, inclusive a gastronomia de remanescentes quilombolas e do Mercado do Ver-O-Peso (muito sensual, por sinal).
Este trabalho, aliás, e o jornalismo da Record fizeram a Globo mudar o perfil de seu noticiário e ir atrás dos detalhes da vida cotidiana. A televisão dos Marinhos chegou ao ineditismo de produzir um programa - O "Profissão Repórter" - com jornalistas enfiados na lama da festa do Círio de Nazaré, em Belém do Pará. Certo que não eram jornalistas, mas estudantes, e é um pouco de exagero fazê-los sofrer tanto, mas a vênus platinada levantou o traseiro gordo e mostrou a beleza de uma manifestação vibrante. Será que dia desses não veremos a riqueza da festa de Iemanjá? E Opaió? É possível rir tanto longe do humor das pessoas na rua? Alguém imagina uma série tão engraçada sobre uma comunidade de Alphaville habitada por Adriana Calcanhoto, Leda Nagle, Fernanda Takai e Marcelo Anthony?
A corrente "limpa" da mídia faz aberrações como as revistas Raça e G-Magazine. Ela procura padrões assépticos de beleza nos corredores da moda enquanto temos mulheres e homens muito mais interessantes - ter atitude é muito sensual - desfilando nas praias, feiras e estádios. E qual Piauí nos cala mais fundo, a cidade de Picos ou os artigos fúteis parapsicografados por Danuza Leão? Se Arnaldo Jabor, Borys casoy e Alexandre Garcia rosnam suas bocarras condenando o protesto do MST em defesa do Rio Balsas, no Maranhão, como sabemos das belezas que devem ser salvas no Rio Balsas? E que imprensa é essa que vê o Brasil do avião, dorme de graça em hotéis, come ananás, mastiga perdiz?
Certo que devemos criar lugares de beleza e de satisfação, como Joãosinho Trinta os criava. Mas ele mesmo usava o material que vinha de todos os lados, da favela até as dondocas que apareciam para os desfiles. O antropólogo Roberto Da Matta, aliás, já usou o exemplo das escolas de samba para mostrar como o país é sincrético. Nada mais sincrético do que o barroco, mas mesmo nele e mesmo no carnaval percebemos as diferença, os paradoxos, e há também embates, choques.
Já nas escolas de jornalismo, ensinamos aos jovens que não há mais conflito, nem esquerda nem direita, nem raças, nem descontentes. Como não falaremos de trabalho escravo, e limaremos os pobres, não haverá mais trabalho escravo nem pobreza, só o pomar de fantas, a revista Cláudia e a high school musical. O "lirismo comedido", onde "nunca conheci alguém que tivesse levado porrada/ todos os meus amigos têm sido campeões em tudo". Pensaremos que a exclusão é um caminho natural e a totalidade, um caminho forçado, coisa de militante. Ficaremos gordos e nossos filhos, crendo-se playboys, serão manés. A rua continuará como sempre - voltemos ao cinema brasileiro -, cheia de barulho, de riscos e de alegria."
meu irmão me faz redescobrir nando reis. ele desencavou um dvd em que o ex-titã canta ao lado de uma desconhecida andréa martins. a apresentação de "luz dos olhos" com os dois é deliciosa. e tem também negra li, linda e cantando muito, na faixa "negra livre", feita por ele para ela. o disco é bem simpático e pra cima, estilo nando reis mesmo que, pude constatar ao vivo, é um cara muito legal com um violão.
"O bom gosto deve ser uma virtude de grã-finas em férias, ou de cronistas sociais. Nunca, porém, de um artista, pois é aí, no mais evidente mau gosto, que ele vai buscar a seiva indispensável à sua obra."
topei com esse trecho de nelson rodrigues. estou terminando de ler dele a biografia escrita por ruy castro, chamada "o anjo pornográfico". uma leitura que não poderia ser mais agradável.
minha amiga najara é que está certa. preciso viajar mais. tá aí uma promessa para o ano que está começando e para os próximos: muito mais viagens. tenho certeza absoluta que eloá vai adorar a idéia.
falei no outro post aquele monte de coisas de franklin, mas não tem jeito: gosto muito do cara. hoje liguei pra ele, como vai, como foi, feriado, festas e tal. já bateu saudade. franklin me lembra cerveja bem gelada e ótimo papo. mesmo quando ele me esculhamba. e não nego que meu interesse por fernando pessoa ganhou força com ele, isso lá na idade da pedra, quando eu era inocente, puro e besta. pedaços do livro do desassossego que lia e ia crescendo minha fascinação que tenho até hoje pelo poeta português. e tantas coisas que não cabe num opala (nem numa kombi). faz quanto tempo, moço? puxa, tem tempo mesmo. tantas histórias, tantas coisas, que dá um romance. quem sabe um conto com muitas e muitas páginas...
gosto de iogurte no café da manhã. não conheço tanto como meu querido amigo andré, mas sei o suficiente. sei esticar o braço no mercado e trazer pra casa uma vez ou outra. antes de ir para o curso de inglês, sempre tomava iogurte de ameixa (ou mamão). adoro café da manhã sortido. quanto mais coisas, melhor. por falar nisso, meu café da manhã tem evitado o pão. mesmo o integral. estou tentando opções que permitam a liberdade em relação a esse alimento onipresente em minha vida. claro que eu gosto de pão, não sou de ferro. mas não me alegra saber que todos os dias de minha vida tenho que estar na companhia obrigatória de um alguém - ok, você entendeu. óbvio que isso também é desculpa para inventar moda e variar os sabores na mesa. ainda mais depois que descobri a roda com as omeletes. agora mesmo, aprendi a fazer empanada. a primeira não saiu boa, ficou com queijo demais. a segunda - de sardinha - saiu deliciosa, na medida. eloá quase comeu tudo sozinha. a massa é suave, parece torta e parece pão também. o recheio vai de acordo com a imaginação do cozinheiro, o céu é o limite. não fiquei muito feliz com o recheio de queijo e presunto. a de sardinha com azeitona ficou tudo de bom. agora quero experimentar uma opção com metade do recheio de carne (filé?) e a outra metade com frango desfiado (eloá odeia frango, mas eu adoro). ah, sim, e estou na fissura para fazer em casa almondegas de peru. me dizem que é o que há de bom no mundo. eu acredito. depois que deu super certo fazer hamburguer em casa, com picanha e filé de patinho, eu acredito cegamente que as almondegas ficarão supimpas.
devolvi à locadora uns quatro ou cinco filmes sem assistir (é verdade, ainda estou no tempo das vídeo-locadoras). é brincadeira? em compensação, revi vários filmes que tenho em casa. me ensinam que é de bom alvitre rever os filmes de tempo em tempo. e eu tenho tornado isso um hábito. nada do que vi entre as coisas novas (novas para mim, of course) me fizeram a cabeça. aliás, teve um filme muito bom no meio do palheiro: "doze homens e uma sentença", direção de sidney lumet, com henry fonda no elenco. das antigas, de 1957, mas muito bem feito. doze jurados se reúnem numa sala para decidir se um réu é culpado ou inocente da acusação de assassinato do seu pai. onze jurados estão convictos da culpa do réu. apenas o personagem de henry fonda não tem certeza. daí se seguem cerca de 90 minutos de duelo verbal a respeito do caso. os 12 jurados precisam tomar uma decisão unânime. o filme é apenas isso, filmado em um único local. e é incrível como é envolvente, apesar de que já sabemos do meio para o fim como tudo deve terminar. sem decepções, um ótimo filme.
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entre outras coisas, vi o último tim burton, "Sweeney Todd - O barbeiro demoníaco da Rua Fleet". é mais uma parceria do diretor e do seu alter ego, o ator johnny depp. os outros atores não são maus: a esposa de burton, a ótima helena bonham carter, alan rickman, um ator de que gosto bastante mas nunca mais tinha visto, e até o sacha baron cohen, num papel pequeno. não gostei muito desse musical que foi elogiado em todo canto. é um filme forte com mortes e sangue para todo lado. mas não é tudo que burton faz que me captura. ele tem esse jeito todo dele de fazer os filmes, já criou essa marca. mas comigo, nem sempre faz minha cabeça. ao contrário de sua animação "noiva cadáver" de que gostei muito, e que traz alguma semelhança (visual, inclusive) com este "sweeney todd...". com todo o respeito, em geral, burton apenas me entedia.
ouço raul seixas e penso na vida. esse é aquele intervalo em que o ano que foi ainda está aqui e o ano que chegou ainda não está totalmente instalado. 2008 foi um bom ano pra mim e para as pequenas ('pequenas' é maneira de falar, claro). ouço esse rock caipira de raulzito e venho pensar no futuro, por mais contraditório que pareça. tenho vontade de fazer muitas coisas este ano, mas não vou prometer nada. chega de promessas e lista de compromissos que são abandonados antes do carnaval.
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